Uma coisa que detesto em algumas pessoas,é o fato de não saberem o seu lugar!
Desde criança aprendi que temos que viver com o que temos e organizar nossas coisas de acordo com as nossas possibilidades:
Se hoje eu resolvesse fazer um macarrão, teria que fazer uma revista na cozinha para saber se teria todos os ingrdientes...
Aqui não!
Se você quer comer ou beber algo...sem problemas peça ao vizinho!!!
Odeio quando batem à minha porta para saber se tenho,alho,açúcar,farinha de trigo,arroz ...são coisas tão ridículas que eu fico muitas vezes sem resposta e acabo que empresto...Aqui onde moro, Bom Dia! significa: "você tem um pouquinho de alguma coisa para me emprestar?"
E o pior, os mesmos vizinhos que te pedem as coisas,são os que mais falam mal de você...
Eu não conseguiria ter tamanha cara de pau,para pedir nada a ninguém...mas também tem o problema: Se emprestar uma vez, sempre pedirão mais...
Eu entendo que muitos podem até passar por dificuldades financeiras, afinal todos nós passamos,entendo também que as vezes compramos tudo e não compramos nada e acabamos esquecendo o igrediente principal da receita...e as vezes no sufoco, seu vizinho pode até ser gentil e lhe oferecer o que precisa...mas você tem que ter a consciência de que deverá devolver e procurará evitar de fazer outros pedidos...Mas aqui você é taxado como "a bobinha"...
A quem diga que vizinho bom é aquele que você nunca vê! e eu concordo plenamente.
Existe vários tipos de vizinhos, assim como existem vários tipos de pessoas...mas o que me revolta é vizinho folgado!
Aquele que não se preocupa com nada,pois acha que os outros é que deve se preocupar por eles:
Tenho uma vizinha em especial que não gosta muito da palavra " trabalho ",e gosta de se encostar nos outros em favor próprio.Acorda só depois das 10 horas da manhã,nunca tem o que comer direito e joga os filhos na casa de qualquer um,para se isentar da responsabilidade de ter que fazer uma comida ou dar um banho...
vive de pijama,qualquer hora que bater em seu apartamento e desta forma que ela te receberá...com a cara amassada e uma voz de quem acabou de acordar.
O garotinho dela quando inventa de jogar play,com meu filho...só vai embora se você o mandar...pois ela não o chama nem para tomar um café.
E ainda aproveita o embalo para se arrumar e sair com as amigas para curtir e tenta deixar nas suas costas a responsabilidade dela.
No início eu ficava com pena da criança,dava todas as refeições do dia, e só o mandava embora na hora de dormir,pois tenho plena certeza do contrário ele dormiria aqui tb...
Mas com um tempo passamos a conhecer cada um, e o que para o meu filho era uma companhia,pra mim já era um peso.
Pois eu estava sendo obrigada a compartilhar tudo do meu filho com ele, e acabava que no final das contas, estava sustentando 2 crianças sendo que só tenho um...
E a bonita, toda arrumadinha para os pagodes, as baladas e eu tendo que ser a "babá" do menino dela, e nem um obrigada cachorra eu ganhava!Só que os abusos não pararm por aí, se eu colocasse o rosto na porta e a cumprimentasse, dois minutos depois um dos filhos batia e dizia: "Aqui, minha mãe mandou perguntar se vc tem ...pra esprestar pra ela?",aquilo me deixava revoltada, mas as vezes cedia não por ela, mas pelos 3 filhos que não tinham culpa da mãe safada que eles tinham...
Mas agora já consigo dizer " Não! " mesmo que eu tenha,o que foi pedido. Pois pensei: Se ela tem saúde para sair para as noitadas e namorar tudo e todos...ela tem que ter saúde para correr atrás das boas coisas para seus filhos...
Pois tento dar o melhor que eu posso para o meu!
Este Blog na realidade é um Diário de todos os problemas que passamos dentro de um Condomínio,onde se espera que os vizinhos tenham respeito e educação para com os outros. Mas aqui a história é bem diferente. Leia,curta,dê sua opinião,participe e seja bem vindo.
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29 de março de 2011
Condomínio " Tipos de vizinhos"
Embute-se na palavra “vizinho” um sem-número de boas e más intenções, choques culturais, desconfianças, hábitos arraigados na intimidade do lar. Nunca se tem muita certeza se o que você está fazendo pode incomodar a outra pessoa que vive nas proximidades. Claro que o básico todo mundo sabe (ou deveria saber): demonstrar cortesia com o próximo, respeitar as normas estabelecidas em comum, não invadir o espaço alheio, jamais perturbar o sossego da maioria.
Mas na hora do vamos ver, a coisa muda de figura – acirram-se os ânimos por quase nada. E, mesmo que seja um problema do tamanho de um bonde, muitas vezes até dá para solucionar a questão com delicadeza. Antes de chamar o síndico, acionar a polícia e contratar o advogado, imagine se não é possível conversar, se entender, entrar em um acordo. Saiba identificar sete tipos de vizinhos, e aprenda a lidar com eles!
O louco por obras
Cimento, argamassa, tijolo, tinta, esquadria. Para construir e reformar, é preciso tempo, disposição e muita mão na massa. Para destruir o sossego alheio também. Construção é, segundo os especialistas em administração, algo que sempre traz dor de cabeça.
Como lidar
Para evitar problemas com moradores que passam a vida reformando sua residência (para o desespero de quem mora por perto), atravessando longos e intermináveis meses a causar transtorno, a dica mais bacana de todas é o engajamento. O ideal é pedir para que esse morador colabore com as obras do próprio condomínio, aproveitando o que ele sabe a respeito de preços, fornecedores de material e mão-de-obra. O baladeiro
Som no talo, entra e sai de convidados barulhentos, casais namorando pelas áreas comuns, latinhas de cerveja espalhadas por todos os cantos... Na maior parte das vezes, esse pesadelo só tem mesmo fim quando os homens da lei batem obsequiosamente na porta do alegre festeiro, chamando-o para uma conversinha. É uma situação-limite, portanto.
Como lidar
O mais comum é que nem chegamos a dar um “oi” para o vizinho. E assim, sem conhecê-lo, acionamos o botão que faz girar o carrossel das piores fantasias: o cara que toda quinta à noite faz um barulho danado no 501 é um monstro, um celerado, uma erva daninha. Em vez de interfonar para o síndico ou chamar a polícia, vá até o apartamento dele e explique a situação, mostrando o quanto o barulho está perturbando a sua noite. Se vocês já se conhecem, tudo é mais fácil. Acredite: esse papo vai trazer sossego para vocês dois.
O dono de animal
Problemas com animais domésticos costumam figurar entre os campeões de dor de cabeça nos condomínios (segundo estimativas, questões ligadas aos totós correspondem a 30% das reclamações). Como todo animalzinho tem um dono, e todo dono morre de amores por seu quadrúpede, a saída para questões relacionadas a animais não segue um padrão. E de nada adianta você morder e arranhar seu vizinho.
Como lidar
Assim como reclamar de crianças, maldizer o comportamento do animal de estimação do seu vizinho é pisar em calos inflamados. Há condomínios que estabelecem em convenção a proibição de animais ou chegam a barrar raças de cachorros mais encorpados. Mas é motivo de querela eterna, até porque, pela lei, não se pode proibir a permanência de animais de estimação. Contra o excesso de latidos, os especialistas aconselham que se gaste muito latim. “Todas as situações em um condomínio acabam tendo praticamente a mesma solução, ou seja, conversar com o vizinho numa boa, pedindo que não faça mais tal coisa, pois prejudica a todos, e, caso não dê resultado, acionar o síndico. Em casos graves, uma assembléia de condôminos terá que ser agendada para discutir o problema, estabelecer regras e exigir o cumprimento delas sob pena de multas”, afirma a consultora de etiqueta Lígia Marques.
A família problema
Na casa ao lado, um casal discute em altos brados toda a noite de sexta para sábado e perturba o sossego. Brigas de família também são comuns.
Como lidar
A sensação de invadir a privacidade é inevitável, pois não existe uma fórmula universal e infalível para abordar um problema causado por familiares de um vizinho, até porque uma frase do escritor russo Tolstoi, em Ana Karenina, continua valendo: “Cada família infeliz é infeliz à sua maneira”. Para lidar com criança barulhenta: delicadeza e cuidado. O problema é grave quando há evidências de maus-tratos a menores. Aí, o mais indicado é mesmo mobilizar outros moradores e buscar uma solução que resguarde a criança e não seja uma invasão à intimidade. Em casos extremos, vale até chamar o conselho tutelar.
O paranóico
Para o paranóico, o cotidiano no entorno de sua residência oferece mil e uma possibilidades para o inesperado, a urucubaca e o desleixo alheio. Porque está sempre pensando que seu vizinho vai esquecer o fogão ligado, deixar uma torneira aberta – e todo o aguaceiro irá inundar o seu apartamento, claro – e outras situações consideradas “de risco”.
Como lidar
Há dois tipos, digamos, de vizinho reclamão. O primeiro, que pode ser chamado de “valentão da macarronada”, é o sujeito que no domingo bebe um pouco a mais e resolve berrar para pedir silêncio, discute com o vizinho de porta e até costuma procurar o síndico. O segundo tipo – o paranóico profissional – exige mais diplomacia e habilidade dos outros moradores e funcionários. Quando o estressadinho é muito sensível, a dica é isolá-lo.
O carente
Existem aqueles que estão sempre a pedir tudo. Há casos em que o comportamento acaba ficando abusivo – o vizinho se acostuma a solicitar uma infinidade de coisas para o outro, de ingredientes para receitas a equipamentos como furadeiras.
Como lidar
Além de tentar estabelecer alguns limites, há a possibilidade de transformar essa “carência” em mais um padrão bacana de sociabilidade. Faça uma rede de trocas no condomínio. Por exemplo: você sabe francês, mas não tem carro para fazer as compras no supermercado. Que tal oferecer seu conhecimento para o vizinho que tem um carro espaçoso e frequenta o mesmo mercado? Além de estabelecer uma relação mais justa, que é a troca, atitudes como essa barram a incursão dos que só querem levar vantagem.
O desligado
Ele chega à noite e esquece de trancar a porta do prédio. Coloca o lixo fora do horário estabelecido. Estaciona o carro atravessado no meio da garagem, impedindo a circulação de outros automóveis. Ele é o desligado.
Como lidar
Existem os desligados legítimos e os cidadãos de má-fé. Esses últimos devem ser enquadrados pelo síndico e, havendo recorrência, pagarem multas até se comportarem de maneira adequada. Mas e os que passam por aí distraídos? O ideal é informá-los sobre as regras.
Mas na hora do vamos ver, a coisa muda de figura – acirram-se os ânimos por quase nada. E, mesmo que seja um problema do tamanho de um bonde, muitas vezes até dá para solucionar a questão com delicadeza. Antes de chamar o síndico, acionar a polícia e contratar o advogado, imagine se não é possível conversar, se entender, entrar em um acordo. Saiba identificar sete tipos de vizinhos, e aprenda a lidar com eles!
O louco por obras
Cimento, argamassa, tijolo, tinta, esquadria. Para construir e reformar, é preciso tempo, disposição e muita mão na massa. Para destruir o sossego alheio também. Construção é, segundo os especialistas em administração, algo que sempre traz dor de cabeça.
Como lidar
Para evitar problemas com moradores que passam a vida reformando sua residência (para o desespero de quem mora por perto), atravessando longos e intermináveis meses a causar transtorno, a dica mais bacana de todas é o engajamento. O ideal é pedir para que esse morador colabore com as obras do próprio condomínio, aproveitando o que ele sabe a respeito de preços, fornecedores de material e mão-de-obra. O baladeiro
Som no talo, entra e sai de convidados barulhentos, casais namorando pelas áreas comuns, latinhas de cerveja espalhadas por todos os cantos... Na maior parte das vezes, esse pesadelo só tem mesmo fim quando os homens da lei batem obsequiosamente na porta do alegre festeiro, chamando-o para uma conversinha. É uma situação-limite, portanto.
Como lidar
O mais comum é que nem chegamos a dar um “oi” para o vizinho. E assim, sem conhecê-lo, acionamos o botão que faz girar o carrossel das piores fantasias: o cara que toda quinta à noite faz um barulho danado no 501 é um monstro, um celerado, uma erva daninha. Em vez de interfonar para o síndico ou chamar a polícia, vá até o apartamento dele e explique a situação, mostrando o quanto o barulho está perturbando a sua noite. Se vocês já se conhecem, tudo é mais fácil. Acredite: esse papo vai trazer sossego para vocês dois.
O dono de animal
Problemas com animais domésticos costumam figurar entre os campeões de dor de cabeça nos condomínios (segundo estimativas, questões ligadas aos totós correspondem a 30% das reclamações). Como todo animalzinho tem um dono, e todo dono morre de amores por seu quadrúpede, a saída para questões relacionadas a animais não segue um padrão. E de nada adianta você morder e arranhar seu vizinho.
Como lidar
Assim como reclamar de crianças, maldizer o comportamento do animal de estimação do seu vizinho é pisar em calos inflamados. Há condomínios que estabelecem em convenção a proibição de animais ou chegam a barrar raças de cachorros mais encorpados. Mas é motivo de querela eterna, até porque, pela lei, não se pode proibir a permanência de animais de estimação. Contra o excesso de latidos, os especialistas aconselham que se gaste muito latim. “Todas as situações em um condomínio acabam tendo praticamente a mesma solução, ou seja, conversar com o vizinho numa boa, pedindo que não faça mais tal coisa, pois prejudica a todos, e, caso não dê resultado, acionar o síndico. Em casos graves, uma assembléia de condôminos terá que ser agendada para discutir o problema, estabelecer regras e exigir o cumprimento delas sob pena de multas”, afirma a consultora de etiqueta Lígia Marques.
A família problema
Na casa ao lado, um casal discute em altos brados toda a noite de sexta para sábado e perturba o sossego. Brigas de família também são comuns.
Como lidar
A sensação de invadir a privacidade é inevitável, pois não existe uma fórmula universal e infalível para abordar um problema causado por familiares de um vizinho, até porque uma frase do escritor russo Tolstoi, em Ana Karenina, continua valendo: “Cada família infeliz é infeliz à sua maneira”. Para lidar com criança barulhenta: delicadeza e cuidado. O problema é grave quando há evidências de maus-tratos a menores. Aí, o mais indicado é mesmo mobilizar outros moradores e buscar uma solução que resguarde a criança e não seja uma invasão à intimidade. Em casos extremos, vale até chamar o conselho tutelar.
O paranóico
Para o paranóico, o cotidiano no entorno de sua residência oferece mil e uma possibilidades para o inesperado, a urucubaca e o desleixo alheio. Porque está sempre pensando que seu vizinho vai esquecer o fogão ligado, deixar uma torneira aberta – e todo o aguaceiro irá inundar o seu apartamento, claro – e outras situações consideradas “de risco”.
Como lidar
Há dois tipos, digamos, de vizinho reclamão. O primeiro, que pode ser chamado de “valentão da macarronada”, é o sujeito que no domingo bebe um pouco a mais e resolve berrar para pedir silêncio, discute com o vizinho de porta e até costuma procurar o síndico. O segundo tipo – o paranóico profissional – exige mais diplomacia e habilidade dos outros moradores e funcionários. Quando o estressadinho é muito sensível, a dica é isolá-lo.
O carente
Existem aqueles que estão sempre a pedir tudo. Há casos em que o comportamento acaba ficando abusivo – o vizinho se acostuma a solicitar uma infinidade de coisas para o outro, de ingredientes para receitas a equipamentos como furadeiras.
Como lidar
Além de tentar estabelecer alguns limites, há a possibilidade de transformar essa “carência” em mais um padrão bacana de sociabilidade. Faça uma rede de trocas no condomínio. Por exemplo: você sabe francês, mas não tem carro para fazer as compras no supermercado. Que tal oferecer seu conhecimento para o vizinho que tem um carro espaçoso e frequenta o mesmo mercado? Além de estabelecer uma relação mais justa, que é a troca, atitudes como essa barram a incursão dos que só querem levar vantagem.
O desligado
Ele chega à noite e esquece de trancar a porta do prédio. Coloca o lixo fora do horário estabelecido. Estaciona o carro atravessado no meio da garagem, impedindo a circulação de outros automóveis. Ele é o desligado.
Como lidar
Existem os desligados legítimos e os cidadãos de má-fé. Esses últimos devem ser enquadrados pelo síndico e, havendo recorrência, pagarem multas até se comportarem de maneira adequada. Mas e os que passam por aí distraídos? O ideal é informá-los sobre as regras.
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